terça-feira, 20 de maio de 2014

Não tenha medo do rótulo!

por Flávia Medeiros*
Antes de qualquer coisa, veja a nacionalidade do vinho. Para aqueles que estão entrando agora nesse universo, o mais fácil é, primeiramente, familiarizar-se com os rótulos dos vinhos do chamado Novo Mundo (países como Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Austrália, Estados Unidos e África do Sul, por exemplo).
A primeira coisa a ser notada é o nome do vinho, que estará no alto do rótulo, geralmente em destaque. Ele pode indicar, além de um nome de batismo, a região ou até o ano da safra.
A próxima coisa a ser vista é a uva. Nos rótulos de vinhos do Novo Mundo, haverá o nome da uva especificado. Os vinhos que não trouxerem o nome da uva são cortados (feitos com a mistura de uvas), ou são tão tradicionais que consideram desnecessário dizer a casta. Essa última situação acontece apenas com os vinhos dos países do Velho Mundo, então, por enquanto, não vamos nos preocupar com eles.
Para começar, basta saber que um vinho do Novo Mundo terá o nome da uva, no caso de não ser cortado.
Próxima coisa a se analisar: a safra - o ano que estará impresso no rótulo. Muita gente acredita que quanto mais velho for o vinho, melhor ele será. Errado! A safra apenas indica o ano em que as uvas foram colhidas. Em alguns vinhos, o ano da safra nem sempre é o mesmo ano do engarrafamento. Os vinhos do Novo Mundo, no geral, devem ser consumidos entre dois ou três anos de safra, com exceção de vinhos especiais que foram envelhecidos. Nesse caso, você deve saber qual vinho envelhecido quer comprar, tanto do Novo quanto do Velho mundo, e já saber o nome de alguns. O mesmo vale para vinhos que podem ser guardados por mais anos, na sua casa. Importante entender que, se o vinho não trouxer um ano certo de safra, pode ser que ele tenha sido produzido com várias safras diferentes.
Agora que você já entendeu os rótulos do Novo Mundo, vamos para o Velho. Os rótulos europeus são mais complicados. Primeiro, porque não dizem qual é a uva usada para fazer o vinho, apenas o local onde ele foi produzido. Isso porque quem fez o rótulo pressupõe que você já saiba que um vinho feito em Toscana - Chianti terá pelo menos 80% de Sangiovese. Isso acontece pela valorização cultural do terreno, na Europa.
Para o Velho Mundo, uva e região se complementam, fazem parte de um mesmo conceito, o que torna sem sentido enumerar as uvas que compõem determinado vinho. Por isso, os vinhos do Velho Mundo exigem um pouco de estudo prévio, para que você identifique a uva característica de cada região européia, assim como os locais de mais prestígio.
Além do nome da região, o rótulo terá: o produtor, o volume da garrafa, o país e a graduação alcoólica.
A graduação alcoólica e o volume são informações obrigatórias nas garrafas de vinho. Mas algumas coisas podem mudar, de garrafa para garrafa do Velho Mundo. Devido à diversidade de tradições, cada região costuma privilegiar detalhes distintos nos rótulos de seus vinhos, destacando elementos diferentes. Se você sentir falta de algumas informações, não hesite em olhar para o contra rótulo: o que fica atrás da garrafa, com dados mais específicos.
Espero que a garrafa fique  menos indecifrável. Mas é importante frisar que, assim como um livro não pode ser comprado pela capa, um vinho não pode ser comprado pelo rótulo.
Boa degustação!

(*) Flávia Medeiros
Consultora em vinhos e com especialização na área. No Brasil é uma das poucas profissionais que conta com a certificação Wine & Spirit Education Trust – Level 2

Contato: chateaumedeiros@hotmail.com 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Le Petit Poulet apresenta novas atrações gastronômicas

Costela de Cordeiro com Risoto de Menta 
O chef Roberto Souza anda agitando as coisas no Valparaíso. Comandando a cozinha do Le Petit Poulet Bistrô, ele tem surpreendido o público com suas receitas e inovações no cardápio da casa. Depois de passar por cozinhas de chefs renomados como Alex Atala e Checho Gonzalez ele traz bagagens que tem contribuído e muito para o sucesso do bistrô. Com uma nova proposta, o cardápio foi reformulado e tem ótimas opções para almoço e jantar, incluindo sobremesas, além das sugestões do chef para os fins de semana. – Prepararemos um paella para o fim de semana do Dia das Mães – lembra o chef Roberto.

Lagostinha com Risoto Malbec 

Ambiente aconchegante
O amplo espaço do Le Petit Poulet proporciona conforto aos seus clientes, e apresenta uma decoração clássica. Com decoração e iluminação indireta, o primeiro piso oferece um clima descontraído, excelente para happy hour ou jantares informais. O segundo piso que tem uma vista panorâmica da cozinha, conta ainda com piso aquecido, uma excelente opção para os dias de inverno. Outro ponto forte é a luminosidade do salão superior, que com sua imensa janela, aproveita e muito bem a luz solar, tornando-o bem agradável inclusive para comemorações num fim de tarde. Grandes lustres, espelhos e belos quadros emoldurados completam o ar de sofisticação.

A programação
Com a proposta de oferecer boa gastronomia, ambiente requintado e preços acessíveis, o Le Petit Poulet destaca-se pela variedade do cardápio.  Durante a semana a casa conta com uma programação fixa sempre a partir das terças-feiras.
O Rodízio de temaki já é um sucesso, mas as melhores impressões ficam por conta do Festival de Crepes, às quartas, passando pelas Quintas na Brasa, quando acontece um rodízio de preparações feitas na churrasqueira, filé mignon, picanha, cordeiro, codorna e galetos, um verdadeiro festival de delícias.
Almoço? Tem também. Durante a semana é possível desfrutar de um cardápio executivo com Buffet de saladas livre. E, nos finais de semana, as sugestões do chef Roberto Souza, que são sempre surpreendentes, e vão de partos a base de lagosta, cordeiro, bacalhau ou uma boa carne.
A casa também oferece vinhos de diversos rótulos nacionais e importados, com preços variados. Mas uma grande novidade está por vir, o “Jantar Classe A”. Trata-se de um jantar composto de três pratos, acompanhado de uma harmonização de vinho, servido mediante reserva para pequenos grupos. Vale à pena conferir e se encantar com o Le Petit Poulet.

  Crepe com recheio de chocolate e morangos, uma das atrações do rodízio


SERVIÇO
Le Petit Poulet Bistrô
Rua Gonçalves Dias, 432
Valparaíso, Petrópolis
(24) 2237-4972 / Delivery: (24) 2237-4426




segunda-feira, 5 de maio de 2014

Alimentação sem glúten: grande aliada da saúde


Lasanha Chico Geraes, produzida a partir da mandioca, um dos destaques da loja. (Divulgação)

No dia 5 de maio se comemora o Dia Internacional do Celíaco. A doença celíaca, também conhecida como enteropatia glúten-induzida, é uma patologia autoimune que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos, precipitada pela ingestão de alimentos que contêm glúten (pães, bolos, biscoitos, etc).  A doença causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. Os sintomas podem incluir diarreia, dificuldades no crescimento e desenvolvimento (em crianças) e fadiga, embora possam estar ausentes. Além disso, diversos sintomas associados em todos os sistemas do corpo humano já foram descritos.

Glúten X alimentação
Hoje já é possível encontrar no mercado uma série de produtos livres de glúten, desde pães, biscoitos, farinhas, granola, passando por uma série de itens que ajudam a combater os efeitos e ainda contribuem para uma vida saudável, e claro, um corpo mais bonito, já que eliminando o glúten, aquela barriguinha indesejável também vai embora e o organismo funciona melhor. Pensando na condição dos celíacos, e também nas pessoas que resolveram abrir mão da ingestão do glúten, a X da Saúde, inaugurada há sete meses pelo empresário Márcio Abreu – que também comanda há quase quarenta anos o Xodó de Minas –, vendo a necessidade destes produtos no mercado, investiu pesado neste seguimento apresentando aos seus clientes inúmeras oportunidades na hora de montar uma dieta saudável com produtos light, diet, sem glúten, sem lactose, vegetarianos, orgânicos, orientais, integrais e suplementos.
Um dos destaques da loja fica para as massas à base de arroz, milho, mandioca. Engana-se quem pensa que tais produtos não tem sabor. Um bom exemplo é a lasanha Chico Geraes, produzida a partir da mandioca e que pode ser ingerida mesmo crua. Estas massas alimentam mais e não causam aquela sensação de peso no estômago após a ingestão. Não se preocupe, elas são bem fáceis de preparar e uma delícia se acrescentarmos recheios a base de legumes e vegetais. Agora imagine um chocolate que além de saboroso faça bem à sua saúde de dia e à noite. Pois é, na X da Saúde você encontra a linha ChocoDay (0% de: açúcar, lactose, glúten, enriquecido com fibras D-ribose e antioxidantes) e Choconight (0% de: açúcar, lactose e glúten, contém Lactium, fibras). Mas se você já sabe o que comer e onde encontrar, é só passar na X da Saúde e garantir seus produtos. Mas atenção! É sempre bom consultar um nutricionista antes de qualquer dieta.

SERVIÇO
X DA SAÚDE
Praça da Inconfidência, 22 – centro
(24) 2231-2589
www.xdasaude.com.br
facebook.com/xdasaude